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Museu virtual reúne mais de 1.700 sistemas operacionais para download; conheça – Canaltech https://share.google/2wVH6J5anC5rvBRLk
O ebola é um vírus tão letal que morre junto com seu hospedeiro e com isso não consegue sair da sua região.
Esse vírus já é conhecido há décadas e até agora não conseguiu causar uma epidemia fora de seu local de origem que é justamente países pobres da África.
Certamente estão tentando encontrar outro motivo para aprender todo mundo em casa e jogar cortina de fumaça sobre a desgraça que a esquerda vem causando ao mundo. Leia aqui
OMS: Epidemia de ebola na RDC é ‘extremamente grave e difícil’ | AFP
O Papa Leão XIV lança a encíclica Magnificat Humanitas” e adota tom crítico em meio à esperança sobre IA. Leia aqui
A sandice é: Leia mais…
O grande problema do sistema de votação tupiniquim não é urna eletrônica, pois são mais de 500.000 e implantar códigos maliciosos em cada uma delas em menos de 90 dias é praticamente impossível.
O problema é o servidor de totalização dos votos dentro da sala secreta do TSE, sendo por isso que foi centralizada a consolidação (somatório) dos resultados de todas as urnas eletrônicas, possibilitando fraudar a eleição sem deixar vestidos.
Desde 2006, quando o bêbado, corrupto e analfabeto luiz bebaço luladrão da silva se reelegeu, mesmo em meio ao maior escândalo de corrupção da história dessa narcorrepubliqueta bandalheira latRino-americana até aquela época, o mensalão, o TSE alienou para si função que era dos TREs, que faziam a consolidação dos resultados de cada urna de seus Estados de jurisdição e os encaminhava ao TSE, que consolidava os resultados dos TREs, facilitando a conferência e dificultando a fraude no servidor de totalização.
Esse é o maior motivo dos corruptos togados da banda podre do supremo tribunal fedorento proibir os parlamentares, a custa de muita chantagem e ameaças, de implementar qualquer mecanismo que permita auditar os votos, como o voto impresso auditável, pois este revelará quaisquer fraudes, como a de 2022, por exemplo.
antonini.com.br
Os negros quererem ser reconhecida como brancos por equipamentos de reconhecimento facial? Não tem orgulho de sua etnia?
O mimimi racista custará muito caro aos negros. Custará segregação, isolamento e desemprego, pois ninguém terá coragem de se relacionar com eles temendo ações judiciais por racismo por qualquer palavra mal entendida ou gesto mal interpretado.
Joy Buolamwini, cientista e fundadora da Liga da Justiça Algorítmica (AJL), identificou um padrão racista em sistemas de reconhecimento facial e passou a cobrar mudanças de empresas de tecnologia.
Buolamwini nasceu no Canadá, filha de pais imigrantes de Gana. Ela estudou no MIT (Massachusetts Institute of Technology) e relata que, durante uma pesquisa com robôs, percebeu que um software de reconhecimento facial não conseguia reconhecer o rosto dela.
O sistema passou a detectar um rosto quando ela colocou uma máscara branca. Buolamwini afirma que o problema não era um caso isolado e que os sistemas mais avançados do mundo não funcionavam direito com o rosto de pessoas negras.
Esse padrão tem efeitos fora do ambiente digital.
Um exemplo mencionado é o de Porcha Woodruff, uma mulher negra grávida de oito meses que foi presa nos EUA após um reconhecimento facial errado. Ela entrou em trabalho de parto quando foi detida e hoje move ação por detenção indevida contra a Prefeitura de Detroit.
Buolamwini pressionou empresas a reverem suas políticas de reconhecimento facial e convenceu Amazon, IBM e Microsoft a mudarem seus softwares e a revisar práticas ligadas ao uso da tecnologia.
Sua pesquisa virou o documentário ‘Coded Bias’, na Netflix, que investiga vieses de algoritmos.
CFF – Notícia https://share.google/nctfoEw5tPClh87is

