O grande problema do sistema de votação tupiniquim não é urna eletrônica, pois são mais de 500.000 e implantar códigos maliciosos em cada uma delas em menos de 90 dias é praticamente impossível.
O problema é o servidor de totalização dos votos dentro da sala secreta do TSE, sendo por isso que foi centralizada a consolidação (somatório) dos resultados de todas as urnas eletrônicas, possibilitando fraudar a eleição sem deixar vestidos.
Desde 2006, quando o bêbado, corrupto e analfabeto luiz bebaço luladrão da silva se reelegeu, mesmo em meio ao maior escândalo de corrupção da história dessa narcorrepubliqueta bandalheira latRino-americana até aquela época, o mensalão, o TSE alienou para si função que era dos TREs, que faziam a consolidação dos resultados de cada urna de seus Estados de jurisdição e os encaminhava ao TSE, que consolidava os resultados dos TREs, facilitando a conferência e dificultando a fraude no servidor de totalização.
Esse é o maior motivo dos corruptos togados da banda podre do supremo tribunal fedorento proibir os parlamentares, a custa de muita chantagem e ameaças, de implementar qualquer mecanismo que permita auditar os votos, como o voto impresso auditável, pois este revelará quaisquer fraudes, como a de 2022, por exemplo.
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Os negros quererem ser reconhecida como brancos por equipamentos de reconhecimento facial? Não tem orgulho de sua etnia?
O mimimi racista custará muito caro aos negros. Custará segregação, isolamento e desemprego, pois ninguém terá coragem de se relacionar com eles temendo ações judiciais por racismo por qualquer palavra mal entendida ou gesto mal interpretado.
Joy Buolamwini, cientista e fundadora da Liga da Justiça Algorítmica (AJL), identificou um padrão racista em sistemas de reconhecimento facial e passou a cobrar mudanças de empresas de tecnologia.
Buolamwini nasceu no Canadá, filha de pais imigrantes de Gana. Ela estudou no MIT (Massachusetts Institute of Technology) e relata que, durante uma pesquisa com robôs, percebeu que um software de reconhecimento facial não conseguia reconhecer o rosto dela.
O sistema passou a detectar um rosto quando ela colocou uma máscara branca. Buolamwini afirma que o problema não era um caso isolado e que os sistemas mais avançados do mundo não funcionavam direito com o rosto de pessoas negras.
Esse padrão tem efeitos fora do ambiente digital.
Um exemplo mencionado é o de Porcha Woodruff, uma mulher negra grávida de oito meses que foi presa nos EUA após um reconhecimento facial errado. Ela entrou em trabalho de parto quando foi detida e hoje move ação por detenção indevida contra a Prefeitura de Detroit.
Buolamwini pressionou empresas a reverem suas políticas de reconhecimento facial e convenceu Amazon, IBM e Microsoft a mudarem seus softwares e a revisar práticas ligadas ao uso da tecnologia.
Sua pesquisa virou o documentário ‘Coded Bias’, na Netflix, que investiga vieses de algoritmos.
CFF – Notícia https://share.google/nctfoEw5tPClh87is
Os ambientalistas demonizam qualquer obra que passe por florestas alegando “destruição da fauna e da flora”, mas o que é mais importante? Preservar alguns quilômetros quadrados de floresta não permitindo construção de estradas para escoar a produção ou plantar comida e ter, como consequência dessa insanidade escatológica, a morte de seres humanos pela fonte por falta de alimentos?
Quando faltar comida, como os ecovigaristas alimentarão o povo? Com cascas de árvores? Leia aqui
Comentando o “twite” (abaixo) de um esquerdista descerebrado.
Pelo palavreado do cidadão, que claramente incita o ódio e a luta racial, a conclusão é de que no Brasil tem-se uma maioria esmagadora de vagabundos que exige serem sustentados pela minoria que trabalha e paga impostos.
Reparação dos negros pelo que? Pela falácia da “dívida história da escravidão”? Não foi o branco quem escravizou o negro. Foram negros que escravizaram seus conterrâneos negros em suas lutas tribais e os venderam aos traficantes de escravos nas costas da África, que os salvaram da morte certa, pois aqueles que não eram vendidos, eram mortos. Estude um pouco de história.
Se os judeus resolverem cobrar indenização pelo holocausto ou reparação de “dívida histórica” por todas as perseguições, você terá que pagar, meu chapa, porque no Brasil o anti-semitismo vem de séculos.
Esse é o resultado da pedagogia demagógica do comunista safado e inútil Paulo Freire. Uma população de gastrocéfalos que tem tecido neurofecal (💩 nervosa) no crânio.
Quanto ao fim da escala 6X1 que não está regulamentada em nenhuma lei, nem no art. 7º da CF, o resultado será desemprego em massa e você poderá ser mais um daqueles que lamentarão a burrada rastejando nas sarjetas.
Se os “quilombos” querem prosperidade, os quilombolas que trabalhem e ganharem seu dinheiro. O contribuinte não é obrigado a sustentar quem não trabalha e produz.



